Atualmente, é quase impossível viver sem celular e Internet, e isso se estende para os adolescentes. Mais do que querer, eles precisam estar conectados para os estudos, uma realidade acelerada na pandemia.
O caminho, então, é ter regras bem delimitadas para que não haja excesso e prejuízo para a saúde e as interações offline. Repleta de dados e orientações da Sociedade Brasileira de Pediatria, Organização Mundial da Saúde e outras renomadas instituições, a coluna da jornalista Mariana Varella aborda a questão.